Ador e ação
Maio 25, 2010
Ao ficar sozinho, me encontro comigo mesmo.
Paro e me deparo com o meu eu.
Com o que gosto e com o que não gosto
E com o desgosto de ser este eu limitado.
É no escuro do meu quarto, junto a tudo que é meu.
Que me encontro no vazio do meu coração.
Sinto implodir-me por dentro. Demolição, reforma, mudança, formatação.
“Cada um sabe a dor e a delicia de ser o que é”
É no silêncio da noite que me encontro com minhas dores.
Com meu sujeito interior, com vontades, desejos, medos
Rancores, inseguranças…
Com os outros? Sou o Máximo
Comigo? o Mínimo
Para os outros? O teto, o céu, a doação
Para mim? O piso, o resto, o chão, a dor sem ação
Dezembro 6, 2010 ás 4:49 am
o Paulista,e o Gabriel?!